Delegado dos Estados Unidos afirma que a intervenção americana é uma forma de "Espalhar democracia ao mundo", ressaltando que por serem os "Maiores do mundo", eles tem o dever de proteger o mundo de ameaças. Confira agora a entrevista com o delegado dos Estados Unidos da América!

 No dia 21 de maio, numa quinta-feira, após as entregas dos Documentos de Posição Oficial, nós do jornal Pravda conseguimos uma entrevista com o delegado dos Estados Unidos da América. Em sua entrevista, o delegado americano respondeu as perguntas que mais questionam as ações de seu país na soberania nacional de outras nações.

A primeira pergunta feita pelo nosso jornalista foi: "Como os Estados Unidos definem o limite entre proteção internacional e interferência política". O delegado respondeu que existe uma linha extremamente tênue entre os dois conceitos, onde ele garante que os Estados Unidos não ultrapassaram os limites dessa linha, dizendo que os países estão tratando isso como algo muito pior do que realmente é de fato. No final de sua resposta, ele disse que os Estados Unidos é "O país abençoado por Deus que espalha a democracia para o mundo", sendo essa a justificativa para a invasão americana à várias nações ao redor do mundo.

Nas segunda pergunta, o delegado americano disse sem dúvidas que as intervenções militares recentes feitas por eles fortaleceram a estabilidade global, pois agora os países que sofreram tal intervenção agora estão alinhados a democracia americana, sendo assim, eles não podem mais ser ameaças para o mundo. Ele também reforçou a ideia de que as intervenções são meios de espalhar a democracia nesses países.

Na terceira e quarta pergunta, o delegado diz que acredita que grandes potências tem maior responsabilidade internacional. Ele prosseguiu com a fala, concluindo que os Estados Unidos, como "os maiores do mundo" tem o dever de proteger o mundo contra as ameaças comunistas, ditadores e terroristas. Depois disso, para responder a última pergunta de nosso jornalista, o delegado diz que a soberania pode ser relativizada nos casos de ameaça humanitária, usando como justificativa de que "Se os Estados Unidos não tivessem interferido na soberania da Alemanha na época da Segunda Guerra Mundial, os nazistas ainda estariam no poder."

Agora fique com o vídeo da entrevistas completa, para você ouvir cada palavra dita pelo delegado norte-americano.



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