Delegado dos Médicos Sem Fronteiras fala sobre dificuldades enfrentadas e como conflitos armados atrapalham as ações médicas em países que precisam de ajuda humanitária.

 O delegado dos Médicos Sem Fronteiras concedeu uma entrevista ao Pravda no dia de entrega dos documentos de posição oficial. Fique com uma análise da entrevista feita com o representante dos Médicos Sem Fronteiras.

Na primeira pergunta, o delegado diz que em um contexto de guerra ou de crise humanitária, a soberania nacional pode dificultar o acesso à ajuda médica, citando um caso onde um médico que era um representante dos Médicos Sem Fronteiras não conseguiu entrar no país e exercer ajuda às pessoas que passavam por dificuldades, evidenciando dificuldades que a soberania nacional pode atrapalhar a ajuda médica, pois eles não podem ir contra a decisão tomada pela nação onde o povo esteja passando por dificuldades.

Na segunda pergunta, o delegado diz que de certa forma, a comunidade internacional age rapidamente diante das emergências humanitárias mesmo diante das dificuldades e pede a colaboração das nações para que seja possível a máxima ajuda nas crises humanitárias. 

Já na última pergunta, o delegado fala que a principal dificuldade de realizar uma ação em um local de conflito é os ataques que podem acabar impedindo as ajudas dos médicos e ainda por cima, matarem mais pessoas e possíveis médicos. Por conta disso, ele acredita que o fim desses conflitos seja a melhor maneira para colaborar ainda mais nas ações dos Médicos Sem Fronteiras.


Logo abaixo está o vídeo da entrevista completa com o delegado dos Médicos Sem Fronteiras, caso você queira ver com mais detalhes as respostas do delegado às perguntas feitas pelo nosso jornalista!







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